Preciso de mãos sem elo, que eu possa ver sentir segurar ao saltar e soltar sem dor. Com elos mais quietos ainda que ardentes. Não posso mais amor em pilhas e tomos, preciso de um elo que dispense esse gatilho. Um elo pelo qual eu não mais me construa e isso desconstroi toda minha ideia de elo; consciências pelo ventos soltas não mais têm que se encontrar no papel.
Não tenho já medo de dedos apontados dados inventados ou atentados, mas temo ainda como sempre a dúvida e as consequências de demorar a decidir.
Continuo como sempre em prontidão sanguinária na minha antecâmara que jamais dorme no meu superego exagerado. Sou minha antecâmara, repressora que jamais dorme, durmo, dorme.
2011-11-02 09:46 pm (UTC)